Masao Yamamoto, Nakazora #955
bibliotecas cheias de fantasmas.
“A biblioteca protege da hostilidade exterior, filtra os ruídos do mundo, atenua o frio que reina em volta, mas confere, igualmente, uma sensação de omnipotência. Porque a biblioteca faz recuar as pobres capacidades humanas: ela é um concentrado de tempo e de espaço. Reúne nas suas prateleiras todos os estratos do passado. Ali estão os séculos que nos precederam.
«A escrita (...) grande, muito grande ao permitir-nos conversar com os mortos, com os ausentes, com aqueles que não chegaram a nascer, através de todas as distâncias do tempo e do espaço».”
avô
avô
(latim *aviolus, diminutivo de avus, -i, avô)
s. m.
Pai do pai ou da mãe.
Amor em vários tamanhos e feitios. Com ou sem covinhas nas bochechas.
(para o n. com um abraço de varanda*)
«Improvisos»
Em exposição no CAS até ao dia 28 de Setembro.
José Manuel Rodrigues, Amsterdam, 1984
